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Órgão do Mosteiro de Arouca tem a assinatura de Dom Manuel Benito Gomes, natural de Herrera, Valladolid, Espanha, o qual, tendo vindo, entretanto, para Portugal para restaurar o Órgão da Capela da Universidade de Coimbra, foi sendo solicitado para a reparação e construção de outros órgãos; veio a fixar residência em Lisboa.
O órgão de Arouca, com 1353 vozes (tubos), considerado um ótimo exemplar do característico Órgão Ibérico, distinguindo-se pela sua grandiosa sonoridade e pela imponência da sua presença enquanto arte decorativa no contexto da talha do Coro das Freiras, foi instalado no Coro Alto, entre a nave da Igreja e o cadeiral em 1743, completando, neste ano de 2018, 275 anos.
A Mesa da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda decidiu celebrar esta relevante efeméride com a realização de 3 concertos comemorativos.
O primeiro aconteceu em sete de julho de 2018, protagonizado pelo Agrupamento “Ventos do Atlântico”, uma formação de instrumentos de sopro e órgão composta por duas flautas traversas (Alexandre Andrade e Rui Correia, dois oboés barrocos (Andreia Carvalho e António Vidal), um fagote barroco (Joana Almeida) e Órgão (Catarina Sousa).
Neste Concerto o agrupamento “Ventos do Atlântico” interpretou os seguintes compositores:
Esta série de concertos comemorativos dos 275 ANOS do ÓRGÃO DO MOSTEIRO DE AROUCA terá continuação com a realização do Concerto de Órgão em 20 de outubro, pelo Organista Tiago Ferreira (obras de Rodrigues Coelho, Pablo Bruna, J: S. Bach) e Concerto de Órgão, Cordas e Flautas em 24 de novembro, pelo Iberian Ensemble (obras de Vivaldi, A. Scarlatti, D. Scarlatti, Telemann e Corelli.
Órgão do Mosteiro de Arouca tem a assinatura de Dom Manuel Benito Gomes, natural de Herrera, Valladolid, Espanha, o qual, tendo vindo, entretanto, para Portugal para restaurar o Órgão da Capela da Universidade de Coimbra, foi sendo solicitado para a reparação e construção de outros órgãos; veio a fixar residência em Lisboa.
O órgão de Arouca, com 1353 vozes (tubos), considerado um ótimo exemplar do característico Órgão Ibérico, distinguindo-se pela sua grandiosa sonoridade e pela imponência da sua presença enquanto arte decorativa no contexto da talha do Coro das Freiras, foi instalado no Coro Alto, entre a nave da Igreja e o cadeiral em 1743, completando, neste ano de 2018, 275 anos.
A Mesa da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda decidiu celebrar esta relevante efeméride com a realização de 3 concertos comemorativos.
O primeiro aconteceu em sete de julho de 2018, protagonizado pelo Agrupamento “Ventos do Atlântico”, uma formação de instrumentos de sopro e órgão composta por duas flautas traversas (Alexandre Andrade e Rui Correia, dois oboés barrocos (Andreia Carvalho e António Vidal), um fagote barroco (Joana Almeida) e Órgão (Catarina Sousa).
Neste Concerto o agrupamento “Ventos do Atlântico” interpretou os seguintes compositores:
- HENNING DEDEKIND (1562-1626) Tricinia ;
- ISABELLA LEONARDA (1620-1704) Sonata Prima;
- CARLOS SEIXAS (1756-1748) Sonata em lá menor e Fuga para órgão em lá menor;
- W. J. SPOURNI (C.1700-1754) Sonata II Deux Flûtes Traversieres Sans Basse;
- ANTONIO VIVALDI (1678-1741) Trio Sonata em Sol menor RV 81;
- J. C. PEPUSCH (1667-1752) Concerto nº 2, op. 8.
Esta série de concertos comemorativos dos 275 ANOS do ÓRGÃO DO MOSTEIRO DE AROUCA terá continuação com a realização do Concerto de Órgão em 20 de outubro, pelo Organista Tiago Ferreira (obras de Rodrigues Coelho, Pablo Bruna, J: S. Bach) e Concerto de Órgão, Cordas e Flautas em 24 de novembro, pelo Iberian Ensemble (obras de Vivaldi, A. Scarlatti, D. Scarlatti, Telemann e Corelli.